Tratamento de pé diabético

O diabetes é a causa mais comum da neuropatia periférica, e este tópico merece sua atenção também porque a neuropatia é a complicação crônica mais comum e mais incapacitante do diabetes. Ela é responsável por cerca de dois terços das amputações não-traumáticas (que não são causadas por acidentes e fatores externos). Essa complicação pode ser silenciosa e avançar lentamente, confundindo-se com outras doenças. Portanto, embora ela queira esconder-se de você, é importante conhecer melhor a neuropatia diabética e se prevenir, para ter uma vida longa e plena.

  • Pé diabético
  • O que causa?
  • Os principais sinais são:

Pé diabético

O pé diabético é definido como uma série de alterações anatomopatológicas e neurológicas periféricas que ocorrem nos pés de pessoas acometidas pelo diabetes mellitus. Essas alterações constituem-se de neuropatia diabética, problemas circulatórios, infecção e menor circulação sanguínea no local. Tais lesões geralmente apresentam contaminação por bactérias e como o diabetes provoca um retardo na cicatrização, ocorre o risco do pé ser amputado. O pé diabético está diretamente associado à ação destrutiva do excesso de glicose (açúcar) no sangue. A nível vascular, causa endurecimento das paredes dos vasos, além de sua oclusão, o que faz a circulação diminuir, podendo provocar isquemia e trombose (obstrução do fluxo de sangue para as pernas e pés).

O que causa?

 O controle inadequado da glicose, nível elevado de triglicérides, excesso de peso, tabagismo, pressão alta, o tempo em que você convive com o diabetes e a presença de retinopatia e doença renal (lembra-se delas?) são fatores que favorecem a progressão da neuropatia. Tanto as alterações nos vasos sanguíneos quanto as alterações no metabolismo podem causar danos aos nervos periféricos. A glicemia alta reduz a capacidade de eliminar radicais livres e compromete o metabolismo de várias células, principalmente dos neurônios. 

Os principais sinais são:

1. Dor contínua e constante;


2. Sensação de queimadura e ardência;


3. Formigamento;


4. Dor espontânea que surge de repente, sem uma causa aparente;


5. Dor excessiva diante de um estímulo pequeno, por exemplo, uma picada de alfinete;


6. Dor causada por toques que normalmente não seriam dolorosos, como encostar no braço de alguém.

   Ao mesmo tempo, em uma segunda etapa dessa complicação, pode haver redução da sensibilidade protetora. As dores, que antes eram intensas demais mesmo com pouco estímulo, passam a ser menores do que deveriam. Daí o risco de haver uma queimadura e você não perceber em tempo. É comum também que o suor diminua e a pele fique mais seca. O diagnóstico da neuropatia pode ser feito por exames específicos e muito simples nos pés.

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